
Car@s colegas,
Sugiro-lhes para leitura o artigo intitulado: A (NOVA) POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: A PRIORIDADE POSTERGADA, da Profa. Helena Freitas*
RESUMO: O texto examina as políticas e programas no campo da formação do atual governo, identificando linhas de uma política marcada por ações de formação focalizadas, de cursos a distância, pela Universidade Aberta do Brasil. Analisa suas relações com a transformação
da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em agência reguladora da formação de professores. Tomando por referência a base comum nacional, indica as condições para uma política global de formação e profissionalização dos profissionais
da educação, nos termos defendidos pela área da educação e pela Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (ANFOPE).
Excelente leitura a todos(as)!!! vamos comentar o texto? fica a dica...
3 comentários:
Prezada Prof. Helena Freitas.
Bem apropósito sobre sua postagem neste blog, acredito que deverá sim, haver uma nova linha de pensamento a este favor. Fiz minha faculdade na modalidade a distância (licenciatura em Quimica)e não me arrependo disso. Hoje estou lecionando aulas de Química e os meus amigos da antiga faculdade presencial não.
Pergunto. Por que será? Acredito que fui bem mais preparado que eles.
Muito obrigado.........
Att. Prof. Junior
Concordo plenamente com o prof Junior, a educação a distancia exige muito do aluno, principalmente dedicação e adaptação, pois sem o comprometimento do aluno não há a construção do conhecimento.
Prof. Elizabela Alves
Concordo também, a disciplina é fundamental e o aluno que a tem passa a aprender a aprender gradativamente, chegando a maximizar o conhecimento.
Postar um comentário